


Nascido como projecto on-line em 2004, o Planeta do Futebol encontra-se, neste momento, numa fase de reestruturação. A intenção é, mantendo o núcleo e o estilo dos seus artigos e forma de escrever, ver e falar de futebol, reorganizar o seu design e acrescentar-lhes novos conteúdos, quer a nível de temas, como de imagem (recordar o Jordão a marcar golos no Sporting ou o Dalglish no Liverpool…) entre outros meios (foto, conversas, etc..) para “falar” de futebol. No fundo, aumentar o território, ao nível de 2009. Espero que o projecto (sempre inacabado…) fique disponível em breve, para que este meu refúgio de emoções futebolísticas ganhe nova dimensão. Ou melhor, “nosso refúgio”, porque nunca esqueço todos aqueles que me escrevem e são a única razão que me serve ainda de incentivo para continuar a lutar por uma forma diferente de escrever, ver, falar e estar no futebol. O novo Planeta reforçará essa filosofia, aberto a todos aqueles que entendem o futebol da mesma forma. Gostar do jogo, pensar e debater todos os seus aspectos relvados, para além das polémicas clubisticas, mas apenas com a intenção de “pensar futebol”! FUTEBOL!
Até breve, portanto (e entretanto podem continuar a consultar os arquivos do Planeta)
Abraço amigo do
Luís FL
O modelo de jogo é inegociável. Negociável será a «periodização» da sua construção.
Alto e esguio, mas com belo controlo de bola, em tabelas ou no remate. É uma espécie de Crouch africano; + Novakovic (FC Koln) e Kennedy (Karlsruher)
Craques: O futebol como moderna feira de ilusões. Os jogadores vendedores de imagens e o psicólogo caçador de almas. Fantasias negras ou cor-de-rosa?
De Aimar a Hulk. Contrastes do futebol. Quanto mais perto da baliza, mais longe do jogo.
O que aconteceu ao jogo para se ter esbatido tanto as referências de cada posição?
OLIMPICOS: Compatíveis ou complementares? O drama de como unir jogadores de qualidade; + Argentina-Brasil: Como se decide um jogo no futebol moderno; + Argentina, a via sacra de Baptista; + Como joga a Nigéria
Forte, segura a bola, cai nos espaços vazios e, com técnica de execução, remata. Um nº9 ucraniano a descobrir; + ESTRELAS OLIMPICAS: Celeski (Melbourne Victory), Dong (Manchester Utd.), Pieters (PSV) e Obasi Ogbuke (Hoffenheim).
Estava de visita a Londres e resolveu aparecer para dizer «Olá!». Maradona surgiu no treino do Chelsea e os craques dos «blues» passaram a ser como miúdos de rua a pedir autografos e a tirar fotos ao lado do ídolo impossivel. É o tesouro do futebol-emocional.